Andressa Andrade, psicóloga

Nem tudo o que um adolescente sente
consegue virar palavras.

Um espaço de escuta para quem está lidando com ansiedade, insegurança, conflitos em casa, pressão nos estudos ou a sensação de que algo mudou sem saber o quê.
Online e presencial em Ipanema e Leblon

O adolescente ou jovem pode estar lidando com:

Ansiedade, isolamento, conflitos em casa, pressão com o futuro, ou só a sensação de estar diferente sem saber explicar.

A adolescência e o início da vida adulta vêm com mudanças intensas. Identidade, amizades, corpo, família, futuro: tudo passa a ocupar um espaço emocional que ainda não tem palavras. O jovem pode parecer fechado, irritado ou distante, e por trás disso costuma haver medo, confusão e dificuldade real de pedir ajuda. A psicoterapia oferece um espaço seguro para falar, entender o que sente e desenvolver recursos para lidar com as emoções, as relações e os desafios dessa fase.

Escuta / Sem julgamento
Um espaço para o adolescente ou jovem falar sem medo de bronca, de exposição ou de ser mal interpretado.
Sigilo / Com responsabilidade
Atendimento ético, confidencial e conduzido com atenção ao vínculo terapêutico e ao papel dos responsáveis quando necessário.
Cuidado / Personalizado
Cada processo considera a idade, o contexto familiar, a rotina, as dificuldades específicas e o momento de vida do paciente.
“
Meu trabalho é oferecer um espaço seguro para que adolescentes e jovens possam entender melhor o que sentem — e encontrar palavras para o que muitas vezes aparece como silêncio, irritação ou afastamento.
Andressa Andrade
Andressa Andrade
Psicóloga e Neuropsicóloga
Quando procurar ajuda

Sinais de que vale buscar acompanhamento

Nem sempre o sofrimento aparece de forma clara. Às vezes, ele surge em mudanças de humor, queda de rendimento, afastamento dos amigos, irritabilidade ou medo constante de errar. Observar esses sinais com cuidado pode ajudar a oferecer suporte antes que o sofrimento se intensifique.

Para pais e responsáveis

Você percebe que algo mudou. Mas não sabe como se aproximar.

Muitos pais tentam conversar, fazem perguntas, oferecem ajuda, e encontram silêncio, respostas curtas ou irritação. Isso não significa que falharam. Significa que o adolescente ainda não encontrou as palavras, ou não se sente seguro o bastante para usá-las. A terapia oferece esse espaço fora da família, sem expectativa de papel ou obrigação, onde o jovem pode falar com liberdade. Quando faz sentido, os pais também recebem orientação sobre como apoiar sem interferir no vínculo terapêutico.

Sinais que merecem atenção

Pode ser hora de buscar apoio profissional se você percebe:

  • Mudanças de humor frequentes e intensas sem motivo aparente
  • Isolamento progressivo de amigos ou atividades que antes eram prazerosas
  • Queda de rendimento nos estudos associada a desmotivação ou medo
  • Irritabilidade extrema, choro frequente ou apatia prolongada
  • Queixas de dores físicas sem causa orgânica identificada
  • Dificuldade para dormir, comer ou manter a rotina básica
  • Comentários negativos repetidos sobre si mesmo ou sobre o futuro
Como funciona meu trabalho

Uma abordagem científica, acolhedora e adaptada à fase de vida

Trabalhar com adolescentes e jovens exige uma escuta diferente. Não é sobre dar conselhos ou fazer perguntas diretas. É sobre criar um espaço de segurança onde o jovem possa explorar o que sente — no seu tempo, com a sua linguagem.

Terapia Baseada em Evidências (PBE)

Intervenções orientadas por pesquisa científica adaptadas ao contexto e à fase de vida do adolescente ou jovem adulto.

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)

Uma abordagem que ajuda a identificar pensamentos automáticos, inseguranças e comportamentos de evitação — de forma acessível e prática para jovens.

Abordagem Humanizada

Um processo conduzido sem julgamento, sem bronca e sem expectativas de como o jovem “deveria” se sentir. O espaço é para o que ele realmente sente.

O que pode ser trabalhado na terapia

Cada processo é construído a partir da história de quem chega

1

Entender o que está por trás do comportamento

Identificar o que alimenta a ansiedade, o isolamento, a irritabilidade ou a dificuldade de se relacionar — sem julgamento.

2

Desenvolver recursos emocionais

Aprender a reconhecer emoções, nomeá-las e lidar com elas de forma mais saudável, sem precisar suprimir ou explodir.

3

Trabalhar insegurança e autoestima

Questionar crenças negativas sobre si mesmo, sobre o futuro e sobre o que os outros pensam — e construir uma visão mais realista e gentil.

4

Fortalecer a capacidade relacional

Desenvolver habilidades para se comunicar, se posicionar e construir vínculos de forma mais segura — na família, nos amigos, no mundo.

Como posso ajudar

Modalidades de Atendimento

Consulta Presencial

Atendimento em consultório acolhedor e privativo
Sessões de 50 minutos
Ipanema / Leblon — RJ
Espaço seguro e livre de julgamentos

Terapia Online

Atendimento por videochamada
Flexibilidade para a rotina do jovem e da família
Sigilo e privacidade
Indicado quando clinicamente adequado

Duração das Sessões

50 minutos por sessão terapêutica

Confidencialidade

Sigilo profissional respeitando os limites éticos do atendimento

Ambiente Acolhedor

Espaço seguro, sem julgamento e adaptado à idade

Andressa Andrade, psicóloga
Sobre a profissional

Psicoterapia com técnica, escuta e cuidado real

Andressa Andrade é Psicóloga e Neuropsicóloga, com atuação clínica voltada para adolescentes, jovens adultos e adultos que enfrentam ansiedade, insegurança, dificuldades relacionais e desafios emocionais de diferentes fases da vida. Seu trabalho combina Terapia Cognitivo-Comportamental, Psicologia Baseada em Evidências e uma escuta humanizada — respeitando a história, a idade e o contexto de cada paciente.

  • Graduação em Psicologia
  • Especialização em Psicologia Baseada em Evidências
  • Formação em Terapia Cognitivo-Comportamental
  • Formação em Terapia Comportamental Dialética
  • CRP 05/82784 • Rio de Janeiro
Perguntas frequentes

Tire Suas Dúvidas

Quando mudanças emocionais ou comportamentais começam a afetar a rotina, os estudos, o sono, a autoestima ou as relações. Não é preciso esperar que a situação se torne extrema — quanto antes o suporte começa, mais recursos o jovem consegue desenvolver.

Essa fase pode ser atravessada com mais suporte do que parece.

Se você é jovem e sente que algo não está bem, ou se é responsável por um adolescente e percebe sinais que preocupam, a terapia pode ser um espaço de escuta, compreensão e cuidado real.